4 de setembro de 2011

Véio Salton enrolando a comadre

Por duas vezes... e nos dois sentidos


Essa anedota verídica quem conta é o Ademir Bacca, junto com mais várias outras dos porco dio da Serra Gaúcha. E garante a veracidade.


Diz que Angelo Salton, um dos fundadores da Vinhos Salton S.A., certa vez foi visitar a fazenda que a empresa tinha no Prata. Lá chegando ficou com uma vontade repentina de manter um relacionamento com a mulher do responsável pela fazenda, uma comadre sua. Canta daqui, canta dalí e nada da mulher topar. Aí Angelin, como era conhecido, ofereceu-lhe 500 mil réis, uma fortuna na época. A proposta entusiasmou a mulher, mas deixou-a preocupada, pois não saberia como explicar ao marido de onde saíra o dinheiro todo.



Imediatamente Angelin sugeriu:


- Dighe que te le ghé catai drio a quela meda de pasto.


Feito o esquema, saiu um para cada lado, ele satisfeito, ela com o dinheiro que “encontrara”.


No dia seguinte, quando o marido estava saindo de casa viu Angelin caminhando de um lado para outro, perto da “meda de pasto”. Foi ao seu encontro e ficou sabendo que o compadre estava preocupado, pois no dia anterior, ao fazer suas necessidades atrás do pasto, perdera 500 mil réis.


Aí o compadre tranquilizou-o:


- No stá mia preocuparte Angelin, che La me parona i gá catai. Vien ensieme a mi che li dó.

Um comentário:

CIENARA CANDIDO disse...

BOA ESSA COITADA DA COMADRE, BEM NO FIM FICOU SEM NADA!!!